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sábado, 16 de junho de 2007

João Teixeira de Faria - médium



João Teixeira de Faria (n. 24 de julho de 1942) é um médium, natural de Cachoeira da Fumaça, residente em Abadiânia no estado de Goiás (Brasil), conhecido por executar operações cirurgicas sem a utilização de anestesia. Fundou em 1976 a Casa de Dom Inácio de Loyola.

É frequentemente referido como executante da cura de doenças como cancro, esclerose múltipla, paralisia cerebral e diversas doenças psíquicas. É considerado por alguns como impostor, mistificador ou charlatão, supostamente dotado de poderes sobrenaturais, paranormais ou sensitivos, mas manifesta a plena consciência dos seus actos para a realização das suas actividades, aceitando as críticas, mas nunca escondendo o que faz, referindo que os seus frutos falam por si.

Apesar de ser brasileiro e residir no Brasil, atende pacientes maioritariamente estrangeiros, nomeadamente gregos, eslovenos, canadenses, norte-americanos, franceses, coreanos, japoneses, irlandeses entre outros.

De semblante humilde, nascido de família simples, desprovido de grande bagagem intelectual, é um homem comum com problemas, defeitos, limitações e suscetível a erros e sofrimentos como a maioria dos seres humanos comuns, e ele precisa fazer um grande esforço para não ser endeusado por aqueles que foram beneficiados por alguma forma de cura.

O tipo de mediunidade que possui é inconsciente, segundo sua informação. Entre as entidades que incorpora, destacam-se: Dom Inácio de Loyola, Dr. Augusto de Almeida, Dr. Oswaldo Cruz, Dom Ingrid, Dr. Fritz, Dr. Bezerra de Menezes e Eurípedes Barsanulfo, entre outros. Quando incorporado, transfigura-se ao ponto de mudar a cor da íris de seus olhos, ocorrendo mistura de várias tonalidades de cores, passando às vezes de verde para um azul brilhante.

O médium João Teixeira de Farias é natural de Cachoeira da Fumaça, interior de Goiás, tendo nascido no dia 24 de julho de 1942. É residente na cidade de Anápolis-GO, a 37 Km de Abadiânia, iniciando ali seu trabalho; fundando em 1976 a Casa de Dom Inácio de Loyola.

É filho do Sr. José Nunes de Farias e Sra. Francisca Teixeira Damas, ambos falecidos. Tem os seguintes irmãos: América, Americano, José Valdevino, Francisco e Abílio. Seu pai era alfaiate, o qual tentou passar a profissão para o filho.

Em entrevista afirmou que é goiano mas sente-se mineiro - seus pais eram mineiros. As suas manifestações mediúnicas começaram quando ainda era menino e a primeira visão e premonição aconteceu aos 16 anos de idade quando em companhia de sua mão deslocava-se da cidade de Itapaci para Nova Ponte e em dado instante olhou para o céu e disse à sua mão que iria chover, com o que ela não concordou mas ele insistiu dizendo para que olhasse a uma determinada nuvem e, neste momento começou a puxá-la pela mão, querendo correr. Chegando em Nova Ponte, um patrimônio de poucas casas, reafirmou que iria chover e que em conseqüência da chuva várias casas iriam ruir, inclusive a de seu irmão. Após três horas aconteceu uma tempestade derrubando as casas.

Certa vez em Campo Grande, após mais uma tentativa à procura de trabalho, antes de passar sobre a ponte sentiu grande vontade de ir embaixo da mesma. Ao chegar lá encontrou uma mulher com quem conversou por algumas horas. No dia seguinte, no mesmo horário voltou ao local para conversar novamente com a mulher, mas apenas encontrou um foco de luz e uma voz que ordenava sua saída daquele local. No mesmo dia ao encontrar-se em Campo Grande, em frente de um centro espírita, o qual não conhecia porque era de família católica, chegou à porta que estava aberta, e o presidente do Centro levantou-se e disse: "Senhor João Teixeira de Farias, faça o favor de vir para a mesa. Estamos esperando você". A princípio pensou que deveria ser outro João porque ali ninguém o conhecia. Ele se aproximou e segurou seu braço e João desmaiou, recobrando os sentidos após três horas ao terminar os trabalhos daquele dia. Comentavam, então, que seu guia havia operado e consultado várias pessoas, cirurgias foram marcadas e outras informações. Assim que pôde falar, explicou que não era profissional e não tinha conhecimento do mundo espiritual nem de Medicina e não sabia explicar o que havia ocorrido nesses momentos de inconsciência. Na ocasião narrou sua difícil caminhada em busca de trabalho e esclareceu que devia ter desmaiado de fome.

Passado aquele instante de entendimento foi levado para a casa do presidente e recebido com um verdadeiro banquete, e até um quarto com ventilador e mosquiteiro o esperava. No dia seguinte, por volta das 14 horas, o banquete se repetiu, e ele ainda com idéia de menino pensou: "Vou alimentar-me bem, porque eles vão me mandar embora". Alimentou-se e mais tarte foi para o Centro Espírita, e após a abertura da sessão pelo presidente passou a atender as pessoas. Desde então não parou mais de realizar trabalhos de cura.

Posteriormente teve seu interesse espiritual despertado pelo mestre Yokaanan, quando este abriu o templo religioso da Fraternidade Eclética Espiritualista Universal, me Itapaci, e por isso guarda imenso carinho e respeito por esse mestre.

Em Campo Grande permaneceu de três a quatro meses, passando por várias cidades indo em seguida para Anápolis, enquanto sua família estava sempre contestando a permanência dentro do Espiritismo. Desta foram atendeu e operou o joelho de um médico - Dr. Isaías - que acabou por levá-lo para Brasília onde passou a cuidar de autoridades civis e militares, obtendo muito apoio durante 9 anos em que ali permaneceu, mudando posteriormente para o Rio de Janeiro, Niterói, e voltando a Anápolis. Perdeu a conta de quantas vezes foi acusado e preso por exercer a chamada Medicina clandestina. Hoje, porém, atende muitos médicos que o procuram, bem como advogados, delegados e juízes, porém afirma que os pacientes devem procurar a Medicina convencional. "Não há por que desprezá-la, até porque os profissionais da saúde têm uma grande missão a cumprir e são escolhidos e preparados para isso. Para o auxílio espiritual, entregue os casos insolúveis sob o ponto de vista humano, porque o sobrenatural, com a ajuda de Deus, vai mais além."

Foi assim que começou a sua missão que iniciou involuntariamente e já caminha para mais de 30 anos. Sempre entrega o seu corpo para a prática da caridade, não sabendo de seu guia cortou alguém ou não, pois fica totalmente inconsciente nestas ocasiões, e o que mais o alegra e o faz continuar a missão é quando uma pessoa chega e diz que ficou curadoa através de alguma das entidades e que ele afirma ser mais de 20. Diz que não suporta sangue, tem medo de tomar injeção e gostaria de estar consciente enquanto trabalha, que faz parte de sua missão advertir os seres humanos sobre a realidade fantástica da viada além da morte.

A partir desta constatação fica mais fácil entrentar as provas que estão reservadas a cada um de nós neste cenário de provas e expiações. A simples cura da enfermidade física não é o mais importante, e sim a busca de medicamentos para melhora do corpo espiritual; este é imortal, ao passo que a vestimenta da carne é transitória e um grande número de doenças são causadas por espíritos obsessores (Agente Theta).

Que a humildade é uma qualidade indispenável a todos os que se dedicam a se tornar instrumentos divinos. A mediunidade inversamente ao que muitos imaginam não é uma ferramenta que a justiça divina empresta, de forma proporcional, para serem utilizadas no resgate positivo das dívidadas cármicas contraídas em vidas pregressas.

Pelo fato de ficar inconsciente e não lembrar o que ocorre é que hesita em dar entrevistas. Alega falta de assunto para relatar e que é somente um instrumento das entidades espirituais. Um médium que recebe energia de um ser supremo de Deus. Tem conhecimento das cirurgias através de filmes e fotos. Também já foi auto-operado, não tendo lembrança do fato nem da dor. Seu grande sonho é construir uma creche, um abrigo para ancião e um hospital espiritual.

Em uma ocasião presenciamos a chamada incorporação. O médium dirigiu-se até um crucifixo sobre uma mesa e falou: "Senhor, orientai a minha mão a vosso serviço para que ela possa continuar a curar os necessitados". Começou a rezar o pai-nosso e antes de terminar estava incorporado, sem nenhum estardalhaço; se encontrava descalço. Explicou posteriormente que assim a energia flui melhor, e dirigiu-se à sala de cirurgia.

Quando incorporado pode ser manso ou ríspido, humilde ou arrogante, orgulhoso ou compreensivo, conforme a entidade que o possua. Os médiuns que acompanham há longo tempo já conhecem a entidade no momento em que ocorre a chamada incorporação.

O Sr. João atuou também no Fenômeno Poltergeist, ocorrido na Fazenda Mondongo, a 80 km de Pirinópolis-GO. Vários lavradores viviam em uma casa solada e passaram a ser surrados, receber pedradas. As facas voavam e as cobertas saíam da cama sem explicação plausível dos fatos. O episódio foi fotografado e documentado pelo Sr. Marconi Barreto do jornal "Diário da Manhã", de Goiás.

Suas atividades de cura não se restringem a Abadiânia. Recebe convites dos mais diversos pontos do país, dando assistência nos finais de semana. Também atendendo a convites do exterior já esteve nos Estados Unidos, Peru, Paraguai, Bolívia, Argentina e Portugal, sendo sempre alvo de estudo por parte de pesquisadores. Seu trabalho é divulgado por jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão, brasileiras e estrangeiras.

É possível constatar a presença de equipes de reportagens acompanhando o trabalho em Abadiânia e por vezes esperando dias e semanas por uma entrevista. Atualmente dedica todo o tempo disponível à missão de cura. Diz ser católico e que não há religião ruim; o que deixa a desejar são alguns dos dirigentes, e que cada ser humano, dentro de sua crença, deveria lembrar o grande mandamento: amar ao próximo como a si mesmo.

Na vida profissional o Sr. João Teixeira de Farias trabalhou de diversas formas, tendo trabalhado por um perído como carregador de barro em uma olaria de fazer tijolos, mas como sua produção era insuficiente foi dispensado. Em Campo Grande montou um alfaiataria, mas como dentro de um mês ninguém procurou seus serviços devido ao calor, abandonou o serviço de alfaiate, passando a ser minerador em Nova Era-MG. Hojé é proprietário de fazendas, jazidas de garimpo e demais negócios, dos quais sobrevive.

É sereno, discreto e possui uma postura ética como um profissional de outras áreas: não revela nomes das pessoas que o procuram. Acredita que nenhuma pessoa é mais importante que outra e sentencia: "Todos são filhos de Deus." Apesar da discrição do médium, sabe-se que recentemente o presidente do Peru, Alberto Fujimori, bem como a atriz Shirley MacLaine o procuraram segundo a reportagem da revista Manchete, edição de 16/03/91, e também o falecido diretor da TV Globo Augusto César Vannuci.

Revela que não é espírita. Porque espírita que conhece "é o amigo Francisco Cândido Xavier, um médium que considero o papa da espiritualidade e... E quem sou perto dele? Uma gota d'água!"

O médium João se autodefine: "Se eu fosse perfeito, não estaria nesta missão na Terra. Devo ter sido um grande pecador. Estou me preparando para outras encarnações". Ele não deixa de ser um enigma, e não admite ser chamado de "curandeiro" ou "milagreiro". Por ocasião de seu aniversário, no dia 24 de Junho, é impressionante o número de pessoas atendidadas: em três dias aumenta consideralvelmente e ultrapassa o número de cinco mil.

Muitas dessas pessoas vão em busca de cura, outras para agradecer e cumprimentá-lo por ocasião de seu aniversário. Esta festa repete-se todo ano, e dependente dessa data, o mesmo recebe manifestação de carinho diariamente.

Observou-se que os médiuns auxiliares e pacientes sentem-se honrados em desfrutar de sua companhia, mesmo que por alguns segundos.

Considerado por alguns como impostor, mistificador, charlatão, dotado de poderes sobrenaturais, paranormal, sensitivo, sobretudo manifesta consciência de seus atos com infra-estrutura completa para a realização de suas atividades.


Referencias:

Wikipedia.org
http://www.abadiania.hpg.ig.com.br/joao.html

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