NutriViva no Facebook é a nossa página no Facebook onde há uma constante actividade com pratos e ideias sobre Alimentação Viva.
O blog também está acessivel em ALIMENTACAOVIVA.COM e ALIMENTACAOVIVA.INFO
Visitem o meu blog em inglês (com traduçao automática)
Raw in Copenhagen
Ao deixar um comentário referente a um artigo, por favor colar o link desse artigo.

Badge Raw Food

Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Search/ Busca

Carregando...

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Ocorreu um erro neste gadget

Total de visualizações de página

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Espinafre - ácido oxálico e companhia...

O espinafre cru não faz mal como o cozido(refogado, assassinado...rsrsr, etc) - já que o ácido oxálico na sua forma orgânica(crua) pode até ser benéfica para os intestinos pois ajuda nos movimentos peristálticos do mesmo. O ácido oxálico liga-se ao cálcio quando se coze o espinafre e debilita o corpo do mesmo.

Fonte: Dr. Norman W. Walker um dos maiores especialistas em terapia de sucos/sumos (mais de 70 anos de pesquisa)

Na realidade a melhor forma de entendermos a questão é olharmos para o caso do sal - se for refinado faz mal - se for marinho, cru - pode beneficiar pela sua quantidade de minerais essenciais.

O sabor das verduras


Em relação ao sabor dos crus - desmistifiquei isso durante 5 anos de experiência pessoal com alimentação crua - até as couves cortadas fininhas e bem temperadas são excelentes.

Em relação aos agrotóxicos - eles podem ser mais nocivos também depois do alimento cozido pois a sua concentração costuma estar nas fibras que passam através do organismo sem serem digeridas quando comemos os alimentos crus. Na cozedura esses químicos podem se libertar mais facilmente e até se concentrarem.

Mas apesar dos poucos estudos apontarem para gente mais saudável quando come cru - ainda vai levar muito tempo para mudarmos os hábitos - estamos de facto "agarrados" à tradição e aos miminhos(carinhos desnecessários) que nos viciam - eu falo assim mas também tenho ás vezes saudades de certas comidas caseiras - toda essa informação ficou gravada durante o crescimento.
Segundo Bruce Lipton (professor de medicina e especialista em células esteminais e gestação) a informação começa a ser gravada ainda no útero e prolonga-se até aos 6 anos quando começamos a entrar em piloto automático, ou seja, tudo o que aprendemos até essa idade vai dominar a nossa conduta a partir dai.

Se tentarem pelo menos comer um pouco de cru antes das refeições já vão beneficiar imenso pois assim enganam o sistema. Isso acontece porque cada vez que comemos cozidos o corpo os ataca provocando uma leucocitose (leucemia - ataque de glóbulos brancos) - com os crus isso não acontece - já para não falar nas enzimas que nos ajudam em tudo e são totalmente destruídas com a cozedura. 50% das proteínas são também destruídas, a maioria das vitaminas desaproveitadas - enfim - grande capacidade tem o nosso corpo - é de facto uma máquina perfeita - que mesmo com todas essas privações consegue sobreviver.

Mas sobrevive à custa de muito sacrifício, quando a vida é para ser cheia de energia...

É tudo uma questão pessoal de escolha - mas vale a pena pelo menos - aprendermos e se possível melhorarmos pelo menos os hábitos dos nossos filhos pois eles não tem culpa da teimosia e ignorância da sociedade onde nasceram.

Para uma mãe amamentando essa responsabilidade é maior e eu fico solidário com quem não consegue mudar - mas vale a pena um esforço.

Muitas das vezes não gostamos de crus porque não fomos habituados mas também porque estamos "viciados" em sabores artificiais. Há medida que vamos comendo mais crus começamos a ficar mais sensíveis - as papilas gustativas começam a ficar libertas da saturação dos sabores desnaturais e começamos a apreciar algo subtil que é a vibração dos alimentos - essa vibração existe e já foi fotografada por um engenheiro da NASA com fotografia Kirlian mas isto é tudo uma questão de acreditarmos no que queremos acreditar ou naquilo que nos querem fazer acreditar.

0 comentários: