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sexta-feira, 16 de março de 2007

Brasileiros comem pouca verdura e muita gordura



O primeiro estudo feito no Brasil para detectar fatores que favorecem o surgimento de doenças não transmissíveis - chamado de Vigitel - mostrou como são os hábitos alimentares de pessoas acima de 18 anos. Os dados divulgados nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde afirmam que os adultos consomem poucas verduras e frutas, mas muita carne com gordura.


De acordo com a pesquisa, o consumo de frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana é menos freqüente entre os homens, ficando entre 5,4% em Macapá e 29,7% em Porto Alegre. Entre mulheres, a freqüência do consumo regular de frutas e verduras variou entre 9,1% em Macapá e 46% em Porto Alegre.

Em ambos os sexos, esse consumo aumenta intensamente com a idade. Entre 11% e 18% de homens e mulheres entre 18 e 24 anos de idade consomem regularmente frutas e hortaliças, contra 30% e 35% na faixa etária de maiores de 64 anos.

Situação semelhante ocorre com relação ao nível de escolaridade, particularmente no caso da população masculina: 13% dos homens com até oito anos de escolaridade consomem regularmente frutas e hortaliças contra 31% na escolaridade correspondente a 12 ou mais anos de estudo.

Carne com excesso de gordura
A freqüência de adultos que consomem carne vermelha gordurosa ou frango com pele é de 53,1% em Palmas e de 26,7% em Salvador. O consumo de carnes com excesso de gordura se mostra mais freqüente entre homens do que entre mulheres. As maiores freqüências do consumo de carnes com excesso de gordura entre homens são observadas em Cuiabá (62,0%), Campo Grande (62,5%) e Palmas (68,1%) e as menores, em Florianópolis (45%), Belém (43,6%) e Salvador (37,6%).

Entre mulheres, as maiores freqüências ocorrem em Belo Horizonte (39,1%), Campo Grande (40,6%) e Cuiabá (42,2%) e as menores, em Florianópolis (22,8%), Manaus (21,7%) e Salvador (17,5%). No estudo, observa-se que o consumo de carnes com excesso de gordura tende a ser bem mais freqüente em homens (51,2%) do que em mulheres (29%). Em ambos os sexos, a freqüência do consumo tende a diminuir com a idade e com o nível de escolaridade.

O Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Vigitel) foi realizado nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal durante o ano de 2006, por meio de entrevistas telefônicas. Foram entrevistadas 54 mil pessoas com idades acima de 18 anos.


Redação Terra

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